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ARTICOS E VIDEOS


 

Não ao ProSAVANA e às suas auscultações públicas fraudulentas

Não ao ProSAVANA| 9 November 2016 | English

A Campanha “Não ao ProSAVANA”, junto com 83 organizações do mundo, publicou no passado dia 27 de Agosto de 20161 o “Comunicado Conjunto e Questionamentos da Sociedade Civil de Moçambique, Brasil e Japão sobre o ProSAVANA com Relação aos Documentos do Governo Recentemente Vazados”.

O comunicado acima referido salienta os factos revelados pelos documentos vazados(2) e a forma como este programa triangular tem planeado e levado a cabo acções contra as organizações que questionam o programa através da “Estratégia de Comunicação do ProSAVANA” estabelecida pelo fundo da JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão).(3) Os referidos documentos mostram igualmente a estratégia dos governos envolvidos, colocada em prática pelos consultores da JICA com o objectivo de dividir a sociedade civil moçambicana, marginalizar e excluir as organizações que fazem parte da “Campanha Não ao ProSAVANA” desde o processo de criação de mecanismo de “diálogo” no âmbito da reformulação do Plano Director (PD) do ProSAVANA,(4) mesmo considerando que a “Campanha” foi a única entidade que elaborou e publicou uma análise crítica à versão zero do PD.(5).. http://www.farmlandgrab.org/post/view/26687-nao-ao-prosavana-e-as-suas-auscultacoes-publicas-fraudulentas

 

8-11-2016, RFI

Um comunicado de mais de 80 organizações não governamentais de todo o mundo denuncia a “irregularidade” de um mecanismo de diálogo implementado pelos gestores do controverso programa ProSAVANA.    Em causa continua a expropriação de camponeses moçambicanos no corredor de Nacala, norte de Moçambique para viabilizar este projecto implicando também o Brasil e o Japão.

Este é um projecto agroalimentar prevendo a entrega de 14 milhões de hectares de terras a interesses brasileiros no agro-negócio para produção de soja, milho e outros cereais.  Estes deveriam ser exportados, posteriormente, por multinacionais japonesas.  Um programa que tem merecido um coro de críticas em Moçambique, mas também no Japão e mesmo no Brasil.  A JICA, Agência de cooperação internacional do Japão, procurou estabelecer agora um interlocutor junto da sociedade civil neste programa.

Um programa de selecção denunciado porém por um vasto rol de organizações do ramo de vários países, incluindo as moçambicanas Justiça ambiental, Liga dos direitos humanos, União nacional dos camponeses, Livaningo, comissões diocesana e arquidiocesana da justiça e paz de Nampula ou a ADECRU, Associação académica para o desenvolvimento das comunidades ruraisJeremias Vunjanhe, desta última, explica o porquê da mobilização contestando, de novo, o ProSAVANA … http://www.farmlandgrab.org/post/view/26696-prosavana-contestado-em-mocambique-e-nao-so

 

30-9-2016, ADECRU  Moçambique: Declaração do II Encontro Unitário das Comunidades Rurais

Com a presença de cerca de 200 participantes (militantes da ADECRU organizados em grupos de bases, e animadores da Justiça e Paz de Nampula e Nacala) em representação das comunidades camponesas e rurais dos Corredores de Nampula e Beira, em particular das províncias de Tete, Zambézia, Manica e Nampula, e com objectivo de promover uma discussão que possa contribuir para o aumento da consciência cívica e participação democrática das comunidades rurais no processo de desenvolvimento, reunimo-nos no II Encontro Unitário das comunidades rurais, organizado pela Acção Académica para o Desenvolvimento Rural em parceria com a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Nampula e a Comissão de Justiça e Paz de Nacala, entre os dias 19 e 20 de Setembro de 2016, no Complexo Malaya, na vila sede do distrito de Malema, província de Nampula… http://www.farmlandgrab.org/post/view/26558-mocambique-declaracao-do-ii-encontro-unitario-das-comunidades-rurais

 

Caravana de solidariedade às vítimas dos megaprojectos no Corredor de Nacala

20-9-2016, ADECRU

Cerca de 200 militantes da ADECRU organizados em grupos de bases e animadores da Justiça e Paz da Arquidiocese de Nampula e Nacala, em representação das comunidades camponesas e rurais das províncias de Tete, Zambézia, Manica e Nampula juntaram-se, ontem, dia 19 de Setembro, em duas caravanas de solidariedade, às comunidades afectadas por grandes investimentos e políticas de “desenvolvimento” no Corredor de Nacala com objectivo único de estimular a troca de saberes sobre a realidade que enfrentam, incentivando a solidariedade entre a população em defesa da terra e das suas riquezas naturais.

A primeira caravana partiu da cidade de Nampula e escalou, numa primeira etapa, a comunidade de Intatapila, na localidade de Nahipa, no distrito de Mecuburi. Nesta comunidade, a população partilhou os impactos do avanço das plantações florestais da Green Resoruces  nas suas machambas e territórios… http://www.farmlandgrab.org/post/view/26532-caravana-de-solidariedade-as-vitimas-dos-megaprojectos-no-corredor-de-nacala

Não ao ProSavana | 27 de Agosto de 2016 | English, français

Antecedentes e propósitoEm Outubro de 2012, a União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC), o maior movimento de camponeses de Moçambique, publicou um comunicado em que sistematizava todas as suas questões e preocupações com relação ao ProSAVANAi, um programa de desenvolvimento agrícola de grande dimensão no Corredor de Nacala, no norte de Moçambique. Desde então, nós, como membros da sociedade civil dos três países envolvidos (Moçambique, Brasil e Japão), engajámo-nos activamente na realização de mudanças no programa que permitissem que o mesmo tomasse a direcção de respeito dos direitos e da soberania dos camponeses locais.ii .. http://www.farmlandgrab.org/post/view/26458-comunicado-conjunto-e-questionamentos-da-sociedade-civil-de-mocambique-brasil-e-japao-sobre-o-prosavana-com-relacao-aos-documentos-do-governo-recentemente-vazados

 

Estratégia da Comunicação do ProSAVANA e Seu Impacto: Análise dos Documentos da JICA Divulgados e Escapados

No! to landgrab, Japão | 22 de Agosto de 2016 | English

Este texto de análise é produto de um trabalho colectivo do grupo de cidadãos e ONGs japoneses que requereu e reuniu mais de cem documentos primários relacionados com o ProSAVANA (especialmente documentos da JICA) em japonês, inglês e português e realizaram uma leitura analítica. Pretende-se desmantelar: (a) o que os três governos, JICA e os órgãos relacionados (consultores da JICA, a EMBRAPA e a FGV) têm vindo a discutir, planear, realizar e instruir; (b) quando, onde e como essas acções foram formuladas e executadas; (c) com que propósito; e (d) quais foram as consequências dessas tentativas. Em suma, tenta-se (re)descobrir o que o ProSAVANA era e acabou por ser… http://www.farmlandgrab.org/post/view/26479-estrategia-da-comunicacao-do-prosavana-e-seu-impacto-analise-dos-documentos-da-jica-divulgados-e-escapados

 

Nova aliança do G8 atinge e usurpa terra e água de 50 mil pessoas em Moçambique

Terra usurpada pela Mozaco, Comunidade de Natuto, Distrito de Malema

Machamba de camponeses que a Mozaco pretende usurpar para dar lugar a produção de soja, Comunidade de Natututo, Distrito de Malema –

Nampula, 2 de Março de 2015 − 10 mil famílias camponesas são vítimas da mais agressiva e imperialista iniciativa do Grupo dos oito países com economias consideradas mais desenvolvidas do mundo (G8) no continente africano. Lançado em Abril de 2013, a Nova Aliança para Segurança Alimentar e Nutricional já lidera um dos maiores processos de penetração, usurpação e concentração de terras e controlo das principais regiões geoestratégicas e agroecologógicas de Moçambique, detentoras de mais de 70% das potencialidades das riquezas naturais e do subsolo do país, situadas nos Corredores de Desenvolvimento da Beira, Nacala e Vale do Zambeze para torna-los em regiões de fluxo de capitais e exportação de produtos primários para os mercados globais.
– See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24602-nova-alianca-do-g8-atinge-e-usurpa-terra-e-agua-de-50-mil-pessoas-em-mocambique#sthash.rMYP9KCT.dpuf

2-3-2015, IHU

A recolonização de Moçambique pelas mãos do agronegócio

“A redução da produtividade em novas terras chega a atingir 60%, o que coloca famílias em situação de insegurança alimentar. Assim, quanto maior for o avanço do agronegócio, menor será a disponibilidade de alimentos”, destaca o ativista.  – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24611-a-recolonizacao-de-mocambique-pelas-maos-do-agronegocio#sthash.yck2aAW7.dpuf

23-2-2015, OJE

ONG GRAIN insiste nas acusações à AgroMoz por usurpação de terras em Moçambique

A organização ambientalista não governamental GRAIN reiterou hoje as acusações de usurpação de terras feitas à AgroMoz em Moçambique, depois de a empresa ter rejeitado as acusações iniciais de um relatório sobre este tema. – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24574-ong-grain-insiste-nas-acusacoes-a-agromoz-por-usurpacao-de-terras-em-mocambique#sthash.tpj9CFf3.dpuf

20-2-2015, DW

Expropriação de terras é neocolonialismo em Moçambique, acusam camponeses

O documento resulta de uma pesquisa realizada pela União Nacional dos Camponeses de Moçambique (UNAC), e a Grain, uma organização não-governamental espanhola. O documento revela várias irregularidades e violações, como, por exemplo, nomes de empresas dúbias registadas em paraísos fiscais e ligadas às elites moçambicanas. – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24573-expropriacao-de-terras-e-neocolonialismo-em-mocambique-acusam-camponeses#sthash.5NDF0w2H.dpuf

Capitais portugueses financiam expulsão de moçambicanos das suas terras
RTP | 18 Fev, 2015
José Manuel Levy/Paulo Jorge/Miguel Teixeira

video

Uma organização não governamental denuncia a existência de tráfico de influências, favorecimento e corrupção envolvendo empresas, como a Rioforte, empresários portugueses e altos responsáveis moçambicanos. O relatório da Grain a que a RTP teve acesso denuncia a expulsão de milhares de camponeses das suas terras em Moçambique para dar lugar a grandes plantações industriais com capitais portugueses.
– See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24545-capitais-portugueses-financiam-expulsao-de-mocambicanos-das-suas-terras#sthash.B9KYg2Qg.dpuf

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=805846&tm=7&layout=122&visual=61

O regresso das plantações coloniais a Moçambique

UNAC | GRAIN

Comunicado de media
19 de fevereiro de 2015

Para divulgação imediata

A África trava uma batalha de tipo colonial pelas suas terras agrícolas e os camponeses de Moçambique estão na linha da frente. Um novo estudo sobre os negócios fundiários de Moçambique conclui que desde 2006 se fizeram pelo menos 35 negócios com investidores estrangeiros para a produção de cultivos alimentares, num espaço de mais de 500.000 hectares.  – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24544-o-regresso-das-plantacoes-coloniais-a-mocambique#sthash.tR89zbZN.dpuf

Empresários portugueses acusados de usurparem terras em Moçambique

19-2-2015. SAPO

Os empresários Miguel Pais do Amaral, Américo Amorim e a Rio Forte são acusados por uma Organização Não Governamental espanhola e pelo sindicato de camponeses de Moçambique de usurparem terras sem indemnizarem os habitantes locais.
De acordo com um relatório preparado pela ONG espanhola Grain e pela União Nacional de Camponeses de Moçambique (UNAC), são vários os empresários portugueses que alegadamente estarão envolvidos num esquema internacional para ficarem com terrenos férteis no norte de Moçambique, principalmente no Corredor de Nacala, uma área de 14 milhões de hectares, sem pagarem as indemnizações que a lei prevê que sejam dadas aos cerca de 4,5 milhões de habitantes locais. – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24554-empresarios-portugueses-acusados-de-usurparem-terras-em-mocambique#sthash.IC9soXJ1.dpuf

‘Usurpadores’ de terras em Moçambique

19-2-2015, Visao Milhares de camponeses do Corredor de Nacala, Norte de Moçambique, estão a ser expropriados ilegalmente das suas terras em nome de megaprojetos de agronegócio nas mãos de empresas internacionais, incluindo portuguesas. A história é revelada esta quinta-feira, dia 18, pela organização não-governamental (ONG) espanhola GRAIN e pelo português OBEGEF – Observatório de Economia e Gestão de Fraude. As duas instituições são parceiras na denúncia de um esquema que, de acordo com José Pedro Martins, do OBEGEF, “indicia tráfico de influências” envolvendo altos responsáveis da FRELIMO. “O nosso interesse nesta história”, assume João Pedro Martins à VISÃO, “tem a ver com o envolvimento de empresas portuguesas ou com ligações a Portugal”. – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24553-usurpadores-de-terras-em-mocambique#sthash.MuXPkQwl.dpuf

Aliança para a Soberania Alimentar na África

(AFSA) | GRAIN Comunicado de imprensa

21 de janeiro de 2015 Para divulgação imediata

O ataque às leis fundiárias e das sementes da África O lóbi para industrializar a produção alimentar na África não só investe fortemente em projetos de plantação no terreno, como também altera as leis africanas para servir o agronegócio estrangeiro. É a principal conclusão a que se chega num novo relatório das organizações da sociedade civil Aliança para a Soberania Alimentar na África (AFSA) e GRAIN. – See more at: http://farmlandgrab.org/post/view/24448-o-ataque-as-leis-fundiarias-e-das-sementes-da-africa#sthash.dreMLozm.dpuf

23-12-2014, ADECRU

Carta Política da VI Assembleia-Geral da ADECRU

ADECRU reafirma linhas político-associativas do Estatuto na VI Assembleia Geral 2014
Neste momento em que o povo moçambicano continua em suspensão pós-eleitoral e as comunidades rurais vivendo uma incerteza dramática e estranguladora, 21 integrantes da Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADECRU) de Moçambique, em representação de 45 membros e mais de 200 militantes estivemos reunidos em nossa VI Assembleia Geral Anual 2014, na Vila de Muxungue, Distrito de Chibabava, Província de Sofala, entre os dias 19 e 22 de Dezembro corrente. Durante os quatro dias debatemos, analisamos e aprovamos entre outras temáticas as que se seguem: a organização e coordenação político-associativa; Relatórios Narrativos e Financeiros 2014; Plano de Actividades e Orçamento da ADECRU 2015; revisão, alteração e aprovação dos Estatutos da ADECRU; eleição dos membros dos órgãos sociais da ADECRU e a realidade das comunidades rurais e do País dos últimos 10 anos… – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24390-carta-politica-da-vi-assembleia-geral-da-adecru-2014#sthash.v9B7t3JU.dpuf

15-12-2014, FASE

Fundo Nacala, estrutura original e desdobramentos

  Introdução:Este texto apresenta informações técnicas sobre a natureza e o funcionamento do Fundo Nacala, um instrumento financeiro privado internacional, concebido para financiar projetos agrícolas na região do Corredor de Nacala, em Moçambique, e sobre os desdobramentos previstos sob a forma de uma nova iniciativa que o substituirá.
– See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24345-fundo-nacala-estrutura-original-e-desdobramentos#sthash.MFZutA5R.dpuf

Risco de surgimento de famílias sem terra em Moçambique

4-12-2014, UNAC

Falando como orador da Conferência do Sector Familiar e Desenvolvimento em Moçambique, co-organizada pelo Observatório do Meio Rural (OMR) e a União Nacional de Camponeses (UNAC), Hélder Mutei, actual Representante da FAO em Portugal e ex-ministro da Agricultura de Moçambique, lançou um alerta sobre o risco de surgimento de comunidades e famílias sem terra em Moçambique como resultado da expansão de mega empresas multinacionais do agronegócio. “O Brasil é um exemplo concreto de como a expansão do agronegócio levou ao surgimento de famílias sem terra. Devemos tirar lições desta experiência para que façamos melhor.”  – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24327-risco-de-surgimento-de-familias-sem-terra-em-mocambique#sthash.UqMQ9V2L.dpuf

Consórcio estatal chinês vai investir quase 4.000 ME na agricultura angolana

17-11-2014, RTP

Será o segundo investimento da CITIC Construction Co na agricultura angolana e destina-se à produção de soja, milho e trigo, indicou o jornal, citando o responsável da empresa para as operações em África, Liu Guigen. “Angola tem muita terra fértil, mas é também um grande importador de alimentos”, salientou o empresário chinês. Presente em Angola desde 2008, a CITIC Construction Co. já desenvolveu duas herdades de 10.000 hectares, mas a sua obra mais conhecida no país é em Kilamba Kiaxi, uma cidade satélite de Luanda, situada a cerca de 30 quilómetros do centro da capital angolana. Trata-se de uma empreitada de 10.000 milhões de dólares (7.980 milhões de euros), que envolveu a construção de 20.000 casas, “90% das quais já ocupadas”, 200 lojas, 24 creches, e 17 escolas, refere o China Daily. Cerca de 40 outras companhias chinesas participaram na instalação dos sistemas de esgoto e de abastecimento de eletricidade e de água à nova urbanização de Kilamba Kiaxi, considerada “um dos maiores projetos do género em toda a África”. … See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24244-consorcio-estatal-chines-vai-investir-quase-4-000-me-na-agricultura-angolana#sthash.CVCLJJoc.dpuf

27-10-2014, UDOP

Agricultores brasileiros expandem investimentos em países africanos

À frente de lavouras de algodão, feijão, milho e sorgo no Sudão desde 2009, em parceria com o Ministério da Agricultura do país africano, o Grupo Pinesso deve aumentar seus investimentos na África com a implantação de 45 mil hectares de milho irrigado a partir de 2015.    Até o momento, foram investidos cerca de US$ 35 milhões entre o governo federal sudanês e o grupo brasileiro, para plantio de quase 12 mil hectares. Agora, estima-se que outros US$ 25 milhões sejam destinados ao novo projeto – intitulado Programa Nacional do Milho – que deve durar três anos para o abastecimento da demanda interna do país.    – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24190-agricultores-brasileiros-expandem-investimentos-em-paises-africanos#sthash.FIHKRLF5.dpuf

24-10-2014, Verdade

Moçambique: Centenas de camponeses desalojados das suas terras em Lioma

 Mais de mil camponeses do povoado de Wakhua, no posto administrativo de Lioma, na fronteira entre as províncias da Zambézia e Nampula, foram desapropriados das suas terras pela empresa brasileira AGROMOZ, para dar lugar à produção de soja, numa área de cerca de três mil hectares. A população abrangida foi enganada com compensações que não correspondiam aos bens que possuíam, num processo pouco transparente. Além de não terem sido reassentadas, as vítimas não tiveram acesso a novos espaços para prosseguirem a sua actividade de cultivo de alimento para a sua subsistência e a dos seus respectivos agregados familiares…  – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24127-mocambique-centenas-de-camponeses-desalojados-das-suas-terras-em-lioma#sthash.vOeuAFJg.dpuf

8-10-2014, Brasil 247

Por Eduardo Araia

O novo colonialismo: Terceiro mundo é vendido aos pedaços

Desde a última grande crise alimentar, governos e empresas de nações ricas têm comprado ou arrendado terras férteis de países em desenvolvimento, em especial na África. Benefícios desses negócios para as populações locais? Poucos ou nenhum…   – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24045-o-novo-colonialismo-terceiro-mundo-e-vendido-aos-pedacos#sthash.pjNW3wnK.dpuf

3-10-2014, UNAC

Moçambique: Mulheres Camponesas clamam por acesso a mercados e denunciam usurpação de terras

A falta de acesso aos mercados para a comercialização dos produtos agrícolas por parte das mulheres camponesas, a consequente venda dos produtos a um preço baixo, aliada a usurpação de terras por parte de empresas de extração mineira, são algumas das principais preocupações apresentadas pelas mulheres, durante a Conferência Internacional Camponesa sobre Terra. O evento é organizado pela União Nacional de Camponeses (UNAC), nos dias 1 e 2 de Outubro, em Maputo, sob o lema “Camponeses Unidos pela Defesa da Terra e da Agricultura Camponesa” conta com vários movimentos de camponesas e camponeses representando as regiões norte, centro e sul do país. Representantes dos Ministérios da Agricultura e Ciência e Tecnologia estiveram presentes. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24004-mocambique-mulheres-camponesas-clamam-por-acesso-a-mercados-e-denunciam-usurpacao-de-terras#sthash.GFAcNRk4.dpuf

1-10-2014, Portugal Digital

União de camponeses acusa governo moçambicano de não cumprir lei de terras

O presidente da União Nacional dos Camponeses de Moçambique (UNAC), Augusto Mafigo, acusou o Governo de violar a lei de terras em vigor no país, por conceder grandes extensões de terra a investidores estrangeiros sem realizar consultas comunitárias.  Ele afirmou que os camponeses são contestados pelos investidores estrangeiros com autorizações concedidas pelo Governo central, desconhecendo os projetos de investimento no setor…- See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/24003-uniao-de-camponeses-acusa-governo-mocambicano-de-nao-cumprir-lei-de-terras#sthash.qbQmhQ5k.dpuf

Vertical | 24.07.2014
ONG`s pretendem internacionalizar a campanha Não ao ProSavana
(Maputo) As organizações da sociedade civil envolvidas na campanha Não ao ProSavana de Moçambique, Japão e Brasil pretendem internacionalizar esta campanha, accionar mecanismos jurídicos a nível nacional e das Nacões Unidas para responsabilizar os atores do programa ProSavana pelos danos que possam causar aos camponeses.  Este plano de accões foi revelado durante uma Conferência de Imprensa no âmbito da segunda Conferência Triangular dos Povos (de Moçambique, Brasil e Japão) que tem lugar hoje na Cidade de Maputo. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23771-ong-s-pretendem-internacionalizar-a-campanha-nao-ao-prosavana#sthash.icV5I0oT.dpuf

Conferência Triangular dos Povo, Maputo, 2014

Lusa | 24 de Julho de 2010 ProSavana:

Sociedade civil moçambicana ataca governo, Brasil e Japão Organizações da sociedade civil associaram hoje em Maputo a ocupação de pelo menos 6.000 hectares de terra em Moçambique para produção de soja ao ProSavana, programa agrícola tripartido dos governos moçambicano, brasileiro e japonês. “Somando as empresas que estão a produzir soja, estamos a falar de uma área de 6.000 hectares [ocupados], e isto só na província de Nampula [norte de Moçambique], afirmou Vicente Adriano, da União Nacional de Camponeses (UNAC). A denúncia do responsável foi feita hoje durante uma conferência de imprensa em Maputo, que reuniu representantes de várias organizações da sociedade civil de Moçambique, do Brasil e do Japão, que se opõem à implementação do programa agrícola, lançado em 2011 pelos governos dos três países. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23767-prosavana-sociedade-civil-mocambicana-ataca-governo-brasil-e-japao#sthash.czdei7cr.dpuf

“Somando as empresas que estão a produzir soja, estamos a falar de uma área de 6.000 hectares [ocupados], e isto só na província de Nampula [norte de Moçambique],” afirmou Vicente Adriano, da União Nacional de Camponeses (UNAC). (Photo: GRAIN)

RFI | 24 de Julho de 2014

Luís Muchanga, director-executivo da UNAC

Projecto agrícola ProSavana em análise na capital de Moçambique
Liliana Henriques
 Ouvir a entrevista com Luís Muchanga
Maputo acolheu esta quinta-feira a Segunda Conferência Triangular dos Povos -Moçambique, Japão, Brasil, um evento que reuniu cerca de 250 representantes do governo, sociedade civil, camponeses, empresários e estudiosos para debater sobre o ProSavana, um projecto envolvendo Moçambique, o Japão e o Brasil que visa o desenvolvimento agrário do chamado Corredor de Nacala, nas províncias da Zambézia, Nampula e Niassa, no norte do país.
– See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23751-projecto-agricola-prosavana-em-analise-na-capital-de-mocambique#sthash.pzr96Mi5.dpuf

Guebuza diz que o Estado deve resistir à pressão da privatização da terra

20-7-2014, RFI

Armando Guebuza, presidente da Frelimo

Armando Guebuza fechou esta semana na província de Maputo, o ciclo das Presidências Abertas e Inclusivas que o fizeram percorrer o país de  uma ponta à outra durante quase dez anos, nos seus dois mandatos de governação.  No seu discurso,  o presidente moçambicano lembrou que o conflito da terras no país é um problema cuja solução ainda não foi encontrada e deixou a mensagem de que o Estado deve resistir à pressão sobre a privatização da terra.  – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23762-guebuza-diz-que-o-estado-deve-resistir-a-pressao-da-privatizacao-da-terra#sthash.Wpkt4FqV.dpuf

UNAC | 28 de Julho de 2010
HILARIO AGOSTINHO
Brasil e Japão atribuem ao governo de Moçambique a responsabilidade pelo Prosavana
… e defendem que só estão no programa porque o Governo de Maputo os solicitou

Depois de apresentadas inquietações sobre os males que o Prosavana irá trazer para os camponeses moçambicanos (de facto, algumas consequências já se fazem sentir), os Governos de Brasil e Japão vieram em defesa dos seus países, alegando que só estão no programa porque o Governo de Moçambique assim os solicitou, estando eles apenas a contribuir como podem para o desenvolvimento da agricultura na região norte do país. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23765-brasil-e-japao-atribuem-ao-governo-de-mocambique-a-responsabilidade-pelo-prosavana#sthash.FQQE5wLH.dpuf

Conselheiro adjunto da Embaixada do Japão, Jiro Maruhashi.

Folha 8 | 26 Jul 2014
Japão admite que programa agrícola moçambicano ProSavana baseia-se em polémico modelo brasileiro
Um conselheiro da embaixada do Japão em Moçambique reconheceu no 24.07, que o programa agrícola moçambicano ProSavana tem como modelo o Prodecer, implementado no Brasil, admitindo os seus aspectos negativos, mas considerando “injusta” a desvalorização dos positivos.
– See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23764-japao-admite-que-programa-agricola-mocambicano-prosavana-baseia-se-em-polemico-modelo-brasileiro#sthash.2J1rOM3O.dpuf

Movimento de Mulheres Camponesas | 25 de Julho de 2010

POR ISAURA SUZETE*
Parar com ProSavana e redefinir politicas agrícolas inclusivas e sustentáveis – exigem os povos de Moçambique, Japão e Brasil
Organizações da sociedade civil moçambicana exigem que se pare com as acções do ProSavana e que haja uma coordenação entre o governo e a sociedade civil no redesenho das politicas da agricultura, dando-se maior enfoque ao apoio da agricultura familiar – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23766-parar-com-prosavana-e-redefinir-politicas-agricolas-inclusivas-e-sustentaveis-exigem-os-povos-de-mocambique-japao-e-brasil#sthash.f4aE2PwY.dpuf

Conferência Triangular dos Povos, Maputo.

Deutsche Welle | 25 de Julho de 2014
Ernesto Saul
(Ouvir áudio)
Sociedade civil moçambicana quer paralisação do ProSavana
Em Moçambique, prevalecem os receios em relação ao ProSavana, alegadamente por escassez de informação. A sociedade civil defende a paralisação da iniciativa, até que sejam clarificados os modelos de implementação.  – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23757-sociedade-civil-mocambicana-quer-paralisacao-do-prosavana#sthash.fxaEF1Ov.dpuf
Terras usadas pelo ProSavana na província do Niassa, Moçambique
Vertical | 24.07.2014
 ONG`s pretendem internacionalizar a campanha Não ao ProSavana
(Maputo) As organizações da sociedade civil envolvidas na campanha Não ao ProSavana de Moçambique, Japão e Brasil pretendem internacionalizar esta campanha, accionar mecanismos jurídicos a nível nacional e das Nacões Unidas para responsabilizar os atores do programa ProSavana pelos danos que possam causar aos camponeses. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23771-ong-s-pretendem-internacionalizar-a-campanha-nao-ao-prosavana#sthash.eovEnPZr.dpuf
Conferência Triangular dos Povo, Maputo, 2014
SAPO | 24 de julho 2014
Repúdio ao prosavana
Organizações da sociedade civil de Moçambique, Brasil e Japão juntam esforços em protesto ao Prosavana, um projecto que visa desenvolver om sector agrícola na região centro e norte do país. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23770-repudio-ao-prosavana#sthash.eomAswjH.dpuf

21-4-2014,

Adecru A Equipa de Coordenação do Programa de Desenvolvimento da Agricultura nas Savanas Tropicais de Moçambique−Prosavana, constituída pelo Ministério da Agricultura através do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique-IIAM (em representação do Governo de Moçambique), Agência Japonesa de Cooperação Internacional (representando o Japão) e a Agência Brasileira de Cooperação (em representação do Brasil), lança nos próximos 22 e 23 de Abril, na Cidade de Nampula, a última ofensiva de silenciamento e captura da pauta de reivindicação e luta das organizações da sociedade civil e movimentos sociais de Moçambique. – See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23401#sthash.8IuCvhAl.dpuf

13-4-2014, RFI Portugués


A União Nacional dos Camponeses, UNAC exige do governo moçambicano uma resposta à carta enviada, solitando a paralisação da implementação do projecto “Prosavana”… Um programa agrícola implementado por Moçambique, Brasil e o Japão.
Trata-se do Programa de Cooperação Tripartida para o Desenvolvimento Agrícola da Savana Tropical em Moçambique.
A ideia seria melhorar as condições de vida da população no Corredor de Nacala através de um desenvolvimento agrícola regional sustentável e inclusivo.
Os camponeses têm uma interpretação radicalmente oposta desse protocolo denunciando o facto de pouco serem ouvidos neste dossier.
– See more at: http://www.farmlandgrab.org/post/view/23387#sthash.BUQwyLer.dpuf

Sul-africana Alfa Agriculture aposta em Moçambique
8-4-2014, Portuguese Independent News O aumento da produção de soja e gergelim na província de Nampula está a despertar o interesse dos investidores da Alfa Agriculture, de capital sul-africano. A empresa pretende avançar com um projecto avícola no distrito de Monapo, ao longo do Corredor de Nacala, que está avaliado em 30 milhões de meticais (974 mil dólares). E para garantir a disponibilidade de rações, a mesma empresa está envolvida, igualmente, na produção de soja numa área de 570 hectares, de um total de mil disponibilizados pelo Governo. A soja tem várias aplicações, sendo que uma delas é a produção de rações para aves… http://www.farmlandgrab.org/post/view/23361#sthash.wp5LeRPY.dpuf
Organizações da província moçambicana de Nampula negam ter “legitimado” programa agrário ProSAVANA
28-3-2014, SAPO Noticias Organizações da sociedade civil da província de Nampula, norte de Moçambique, negam ter “legitimado” o ProSAVANA, um programa de desenvolvimento agrário entre os governos moçambicano, brasileiro e japonês, muito contestado pelos camponeses moçambicanos. O ProSAVANA, já na fase inicial de implementação, pretende promover o investimento público e privado dos três países para o fomento de culturas de rendimento adaptadas ao clima tropical, em 19 distritos de cinco províncias do centro e norte de Moçambique, numa área de mais de dois milhões de hectares. A União Nacional dos Camponeses de Moçambique (UNAC) opõe-se veementemente ao ProSAVANA, defendendo que a iniciativa vai resultar em expropriações de terra, escassez de água, destruição da ecologia local e agricultura familiar, que sustenta milhões de camponeses das quatro províncias….
Odebrecht em tribunal por violações em Angola
18-3-2014, Voz da América
Angola Odebrecht Biocom Malanje

Maria Cláudia Santos
A Odebrecht e a prestadora de serviços da empreiteira brasileira, Pirâmide, foram intimadas pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), de São Paulo, a esclarecer denúncias de possível aliciamento de brasileiros para trabalho similar ao escravo em Angola.

O Procurador do Trabalho, Rafael de Araújo Gomes, em  Araraquara (SP), encarregado do caso, espera ouvir as empresas em audiência marcada para o dia 31 de Março.O MPT instaurou, no fim do ano passado, o processo para investigar as denúncias de ex-funcionários contra as condições de trabalho na construção do complexo industrial Biocom, na província de Malanje, em Angola. O complexo é uma sociedade entre a Odebrecht (40%), a angolana Damer (40%) e a estatal petrolífera Sonangol (20%)…

http://www.farmlandgrab.org/post/view/23302

Mocambique; Investimentos poden supercar 7 bilious UDS

-3-2014, Noticias online O INVESTIMENTO directo estrangeiro pode superar este ano a cifra dos sete biliões de dólares norte-americanos alcançados no ano passado. A informação foi revelada, ontem na Namaacha, pelo director do Centro de Promoção de Investimentos (CPI), Lourenço Sambo, falando à margem do X conselho coordenador do Ministério da Planificação e Desenvolvimento, que decorre desde quarta-feira, naquela vila fronteiriça. Na ocasião, Lourenço Sambo minimizou o impacto da tensão político militar que se vive no país, considerando que até ao momento ela tem um efeito localizado, não havendo ainda indicações de redução de nível nos grandes investimentos…..

http://www.farmlandgrab.org/post/view/23257#sthash.faxsu21D.dpuf

Comunicado de Imprensa relativo à visita do Primeiro-ministro do Japão, Sr. Shinzo Abe a Moçambique
Published: 13 Jan 2014

Plataforma Provincial da Sociedade Civil de Nampula

A Plataforma Provincial da Sociedade Civil de Nampula (PPOSC-N) foi estabelecida em 2009 como mecanismo de coordenação das iniciativas das Organizações da Sociedade Civil (OSC) integradas nas redes temáticas e sectoriais, assim como para facilitar a comunicação com os parceiros dos sectores, público e privado, na consecução das iniciativas de desenvolvimento provincial…..

Exploração da terra em Nampula: Necessário envolvimento comunitário

A governadora de Nampula, Cidália Chaúque, defendeu há dias na capital provincial a necessidade de as comunidades, sobretudo rurais, serem consideradas sempre como interlocutoras válidas na posse e exploração da terra para que se possa evitar conflitos entre elas e outras instituições investidoras e, por conseguinte, tirar máximo proveito deste recurso naquela parcela do país….
http://www.farmlandgrab.org/post/view/22950-exploracao-da-terra-em-nampula-necessario-envolvimento-comunitario#sthash.wQmj6xgP.dpuf

Governadora de Nampula, Cidália Chaúqu

Anatomia Pós-Fukushima dos Estudos sobre o ProSAVANA: Focalizando no “Os mitos por trás do ProSavana” de Natalia Fingermann

A autora deste Observador Nº 12 é Sayaka Funada-Classen, Professora Associada na Tokyo University of Foreign Studies – TUFS (Universidade de Tóquio para Estudos Estrangeiros) e tem trabalhado e pesquisado no Norte de Moçambique desde 1994…
http://www.farmlandgrab.org/post/view/22936#sthash.EavfsXsr.dpuf

Photo: Alan Meier

Land grabbing: il caso del Giappone

Per alcuni è sinonimo di sviluppo e ‘globalizzazione virtuosa’. Molti altri lo considerano invece un vero e proprio processo di sfruttamento indiscriminato, a danno dell’economia e dello stesso benessere dei Paesi meno sviluppati; tanto da essere stata definita come pratica ‘neocolonialista’. Si tratta del cosiddetto land grabbing, ovvero l’acquisizione (c’è chi la definisce ‘appropriazione’, ponendo l’accento sulla questione della legittimità di tali acquisizioni) da parte di soggetti stranieri, pubblici o privati, di milioni di ettari di terreni coltivabili e dei prodotti che ne derivano. Tale pratica di ‘razzia’ di vaste aree di terreno coltivabile interessa prevalentemente realtà in via di sviluppo, come alcuni Paesi del Sudamerica e dell’Asia; ma principalmente il continente africano, che rappresenta la vera ‘terra di conquista’ da parte delle grandi multinazionali occidentali e asiatiche, ma anche da parte di realtà emergenti come il Brasile e l’India.
http://www.farmlandgrab.org/post/view/22932#sthash.xX3JgXP5.dpuf

Prosavana –Mudança de estratégia

Quem tem vindo a acompanhar as discussões em torno do Programa Prosavana já deve se ter apercebido que existem pelo menos duas percepções, dois discursos que não podiam ser mais diferentes, o do governo, ou melhor dos proponentes do programa e o de algumas organizações da sociedade civil… Para o governo este programa vem resolver quase todos os problemas ligados ao sector no Corredor de Nacala, vai transformar milagrosamente os pequenos e médios agricultores em grandes produtores competitivos orientados para uma agricultura de mercado; vai ainda assegurar que aqueles que não abandonam a agricultura de pousio e se transformam também terão um lugar privilegiado neste programa pois terão toda a sua produção, as culturas a produzir ainda serão definidas, comprada pelos grandes produtores a um preço justo, haverá vias de escoamento para o excedente agrícola, enfim, o programa Prosavana é segundo os proponentes a resposta e solução aos problemas de baixa produtividade agrícola, à agricultura de pousio praticada pelos pequenos agricultores, pobreza, fome, etc…
http://www.farmlandgrab.org/post/view/22889-prosavana-mudanca-de-estrategia#sthash.egHO1fkw.dpuf

Women rice farmers association, Mozambique. (Photo courtesy of IFDC,

Projeto agrário apoiado pelo Brasil é alvo de críticas em Moçambique

Um projeto de produção de alimentos em Moçambique, com financiamento do Brasil, vem recebendo críticas de pequenos agricultores e entidades do país do leste africano, ex-colônia portuguesa….

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22868

Ministro moçambicano vê ‘conspiração’ em críticas ao plano de produção de alimentos

ANDREA FAMA, CECILIA ANESI, COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM MOÇAMBIQUE O ministro da Agricultura de Moçambique, José Condungua Pacheco, vê uma “conspiração” nas críticas ao ProSavana. “É uma conspiração para manter Moçambique dependente da importação de comida. Comida que podemos produzir aqui. Deturpam a informação para que continuemos a comer galinha cozida vinda de fora. Mas para produzirmos galinha barata, temos de produzir soja, milho para fazer as rações”, diz Pacheco …

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22865

ProSavana e face oculta do Prodecer

Desde seu lançamento, o ProSavana é acusado de tentar destruir a agricultura moçambicana por meio de uma “invasão de megaprodutores brasileiros”, que “se utilizariam de financiamento japonês”, em uma “repetição do processo que destruiu o Cerrado brasileiro”. Este filme, da Organização Rural de Ajuda Mútua e a União Nacional de Camponeses mostra como o ProSavana é a repetição do Programa de Desenvolvimento do Cerrado, o Prodecer, realizado a partir do fim dos anos 70, levando a JICA a ser acusada de promover em Moçambique as mesmas práticas que promoveu no Brasil há mais de 30 anos.

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22661-prosavana-e-face-oculta-do-producer

Abram o olho, vocês vão perder as terras”, avisa “sem-terra” brasileiro sobre o ProSAVANA em Moçambique

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22706-abram-o-olho-voces-vao-perder-as-terras-avisa-sem-terra-brasileiro-sobre-o-prosavana-em-mocambique#sthash.OyN2tUIO.dpuf

Uma das figuras centrais do movimento “sem-terra” brasileiro, Augusto Juncal, esteve em Maputo como “reforço de peso” da campanha dos camponeses moçambicanos contra o ProSAVANA e deixou o alerta: “Abram o olho, vocês vão perder as terras”.
Camponeses de 6 países procuram em Maputo estratégias contra expropriação de terra

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22685-camponeses-de-6-paises-procuram-em-maputo-estrategias-contra-expropriacao-de-terra

Mais de 200 representantes de associações de camponeses de seis países estão reunidos em Maputo na II Conferência Internacional Camponesa sobre Terra para estudar estratégias para “deter a usurpação de terra dos camponeses” pelo setor privado.  Apesar de a expropriação de terra ser uma preocupação comum a todos países presentes na conferência, a promotora da iniciativa, a União Nacional dos Camponeses de Moçambique (UNAC), pretende reforçar o apoio de parceiros internacionais contra o ProSAVANA, um programa de desenvolvimento agrário entre os governos de Moçambique, Brasil e Japão.

Vamos deter o ProSAVANA, porque o que os três governos estão a fazer não serve os camponeses, promove a mercantilização da agricultura, da terra e do homem”, disse no encontro o oficial de advocacia e cooperação da UNAC, Vicente Adriano.

“Soberania dos camponeses” em Moçambique será respeitada no ProSavana

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22687-soberania-dos-camponeses-em-mocambique-sera-respeitada-no-prosavana :Os responsáveis do ProSavana garantem que nenhum agricultor vai perder a sua terra por causa do programa e sublinham que todos os investidores deverão respeitar a lei de terras moçambicana….

Camponeses vs investidores em Moçambique

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22686-camponeses-vs-investidores-em-mocambique

ProSavana e face oculta do Prodecer  —  VIDEO
Desde seu lançamento, o ProSavana é acusado de tentar destruir a agricultura moçambicana por meio de uma “invasão de megaprodutores brasileiros”, que “se utilizariam de financiamento japonês”, em uma “repetição do processo que destruiu o Cerrado brasileiro”…
 África, granero del mundo

El Banco Mundial y las Naciones Unidas están convencidos de que África puede convertirse en el gran granero que alimente al resto del planeta. Sin embargo, hay voces que alertan de que ello podría tener implicaciones negativas para la seguridad alimentaria de la propia población africana. La pregunta que suena cada vez más en determinados círculos políticos y económicos es: ¿debe vender cantidades masivas de alimentos una región donde el hambre y la escasez siguen presentes?…

Campo de cereal en Kenia

Soberania dos camponeses” em Moçambique será respeitada no ProSavana  

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22687-soberania-dos-camponeses-em-mocambique-sera-respeitada-no-prosavana : Soberania dos camponeses” em Moçambique será respeitada no ProSavana Calisto Bias, do ProSavana, diz que a vida dos produtores vai melhorar com a introdução do programa agrário …
UNAC reúne em Maputo segunda conferência internacional

Termina na quarta-feira dia 16 de Outubro a segunda Conferência Internacional Camponesa organizada em Maputo  pela UNAC moçambicana. A  decorrer em Maputo até a quarta-feira, dia 16 de Outubro, a  segunda Conferência Internacional Camponesa, tem como objectivo avaliar a situação da agricultura em Moçambique e nos países convidados. Uma atenção particular é consagrada à problemática da propriedade das terras e à situação socio-económica dos agricultores nas zonas rurais. O evento tem lugar no mesmo momento em que o governo moçambicano tenta apaziguar as inquietações e as críticas da UNAC( União Nacional de Camponeses) no respeitante ao conhecido projecto ProSavana…

“Não existem terras livres para o ProSavana” critica Calisto Ribeiro 

http://www.farmlandgrab.org/post/view/22659

Calisto Ribeiro esteve em Bielefeld, na Alemanha, para falar do ProSavana e do receio de que haja uma ocupação de terras de pequenos agricultores por latifundários .  Asociação Rural de Assistência Mútua de Nampula, condena a falta de transparência do projeto de desenvolvimento agrícola e mostra-se preocupado com a “usurpação de terras dos camponeses”. São muitas as críticas da sociedade civil e de organizações dos camponeses em relação ao ProSavana, um projeto dos governos do Brasil, do Japão e de Moçambique que pretende desenvolver a agricultura no norte do país africano, nomeadamente no chamado corredor de Nacala, nas províncias de Nampula, Niassa e Zambézia ….

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